#TOP5: As cidades históricas mais lindas de Minas Gerais!

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Mariana

Mariana é uma das cidades históricas mais bonitas do Estado, sendo a Praça Minas Gerais um dos seus grandes destaques. Lá, as Igrejas de São Francisco, Nossa Senhora do Carmo e a Cadeia-Câmara formam um cenário barroco de beleza incomensurável. Muitas ruas históricas, igrejas, museus e tantos outros atrativos completam a lista para quem deseja passear pela história. Estação Ferroviária (com a Maria Fumaça tendo passeios aos finais de semana para Ouro Preto e também nas férias e feriados); casario preservado e variado; muitos artistas que fazem santos e artesanatos maravilhosos, a partir de várias matérias primas, completam os atrativos de uma cidade que merece ser visitada. Adoro ir a Mariana, sinto como se estivesse há mais de 300 anos na Capital do Estado, com a primeira Câmara de Minas. Quem PRATICA MINAS precisa conhecer Mariana, que também possui vários Museus, como o da Música, de Alphonsus de Guimarães, Arquivo Eclesiástico, entre outros.

São João del-Rei

São João del-Rei é a cidade das igrejas, dos sinos, das ruas tortuosas e, ao mesmo tempo, apaixonantes. Também possui pontes de pedras históricas, que estão sendo restauradas, e minas, que antigamente eram repletas de ouro, mas que agora se transformaram em pontos turísticos. Em dias de normalidade, ainda possui o transporte pela velha Maria Fumaça, saindo de sua suntuosa Estação Ferroviária. Abriga ainda as mais tradicionais cerimônias de Semana Santa, principalmente na Rua Direita que tem, em um pequeno trecho, três belas igrejas (Catedral do Pilar, Rosário e Nossa Senhora do Carmo). Algumas cerimônias nem na Itália acontece mais com tanta pompa e tradição. Por tudo isso, conhecer São João del-Rei é fundamental para entender parte da História de Minas Gerais. Destino imperdível e forte do “TOP 5: Cidade Históricas”.

Tiradentes

Uma pérola do Barroco Mineiro. Assim podemos resumir Tiradentes, uma das cidades mais organizadas no turismo do nosso estado. Abriga dezenas de pousadas, hotéis e restaurantes de altíssimo nível, além de cafés, lojas de artesanatos e móveis rústicos, tudo com a poesia e beleza do Ciclo do Ouro. Concentra na praça principal seus restaurantes mais importantes, mas por todos os cantos o turista encontra algo interessante de se conhecer. Muitas igrejas, casarões centenários e Museus, como o de Santana, da Liturgia, de Padre Toledo, entre outros, são pontos que precisam ser visitados. Mas, somente andar por suas ruas já é uma bela viagem, encantadora, um pouco parada no tempo e na distância com os relevantes momentos do nosso período colonial. Para completar a viagem, ainda indico um passeio de bike até a caixa d’água, trajeto de cerca de 15 Km com muitas retas e paisagens incríveis, ladeadas pelo Rio das Mortes. Outro passeio imperdível é subir a Serra de São José e curtir as águas geladas que escorrem por suas pedras.

Diamantina

Terra de Chica da Silva, Juscelino Kubitscheck, onde nasceu a Bossa Nova com João Gilberto, da Seresta, da Vesperata, de dezenas de belas igrejas, ruas sinuosas e ricas em detalhes. Povo acolhedor, obras de arte do Barroco e muitos outros detalhes que você precisa conhecer. Diamantina ganhou o título de Cidade da Música de Minas e faz jus a isto, pois concentra o que há de melhor desta área e, periodicamente, faz um final de semana festivo, no qual acontecem todas as apresentações. A Vesperata em si é um charme só, a gente fica no centro da praça e a música vem de todos os lados, enchendo a alma de poesia. Muitos bons restaurantes, bares e pousadas podem ser visitados também, além das cachoeiras e distritos. Bons programas não faltarão em Diamantina.

Serro

O Serro tem todo seu Centro Histórico tombado como patrimônio da cidade, de Minas Gerais e do Brasil. Uma vitória para quem é apaixonado pelos casarões históricos e pelo passado de glória das Minas Gerais. A cidade tem um dos pontos mais bonitos do Estado, a Praça João Pinheiro, que reúne o prédio da Prefeitura, a Igreja do Carmo e a singela Igrejinha de Santa Rita com sua enorme escadaria (ambas construídas no Século XVIII), além de muitos casarões e histórias pra contar. Além disso, o visitante encontra outras igrejas e construções importantes. Foi o primeiro município a ter seu patrimônio tombado e, recentemente, a cidade comemorou 80 anos desta proteção efetiva. Com isso, as características das vilas setessentistas de Minas Gerais foram mantidas. O Casarão onde morou Teófilo Otoni virou o Museu Casa dos Otoni guarda um rico acervo do mobiliário e modo de vida do Século XIX. Outra riqueza do Serro é o queijo, que hoje tem uma associação para protegê-lo e muitos produtores que mantêm o modo de fazer secular. O produto está muito valorizado. Os distritos também são lindos, mas serão motivos de outro TOP 5.

 

Criando em: 27/03/2020